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Wilson Glória Diniz
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Wilson Glória Diniz
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Comentários
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Wilson Glória Diniz
Comentário ·
há 3 anos
Esquema prático para o cálculo da Prescrição Punitiva e Executória
Leonardo Ervatti
·
há 9 anos
Parabéns pelo trabalho, muito didático! Obrigado!
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Wilson Glória Diniz
Comentário ·
há 10 anos
O Direito Penal Mastigado e a construção do estudante medíocre
Wagner Francesco ⚖
·
há 10 anos
Perdoe-me divergir, caríssimo e erudito colega. Mas eu tive a oportunidade de presenciar uma palestra sobre o conhecimento científico e o conhecimento técnico, em que estava à tona a questão do nível de cobrança das provas da nossa OAB. Nos seus respeitosos argumentos, o Dr. Belizário de Lacerda, hoje desembargador do TJMG, pontuou que o conhecimento científico deve sempre abordar toda a gênese da criação, em todos os erros e acertos, e, por mais que rejeitemos, as experiências negativas devem ser aprendidas, sobretudo, para que não as repitamos. Muitas vezes, aquilo que nos apresenta ser um argumento novo é meramente uma tese que já foi rechaçada por outro doutrinador. Nisto, o desconhecimento de ideias já debatidas, e do seu contexto histórico, no nosso ofício, é funesto! Por isso acho que a repetição não é o mal dessas obras, talvez, como o colega eficazmente questionou, pela falta de novidades, sobretudo, que efetivamente surgem em outros países. Mas o Brasil, acredito, possui uma cultura sui generis, posto que há hoje uma liberdade maior à sociedade no sentido de poder questionar todas as nossas instituições. Considero bom, desde que não seja com intuito meramente destrutivo. Assim, penso que as obras que socorrem os estudantes e profissionais do direito não devem deixar de apresentar os fundamentos dos pensadores clássicos, que efetivamente devem ser referenciados, sobretudo para dar credibilidade ao destinatário da impugnação. O pensamento científico é um desenvolvimento contínuo, dificilmente se encontrará uma tese que não teve influência de algum renomado pensador. Atualmente temos assistido ataques retrógados a institutos que foram desenvolvidos por séculos, sobretudo, quanto ao direito da liberdade corpórea, ocasionado, sobretudo, por ideias que se travestem de inovações, o que bem sabemos que não é o caso. Peço vênia à todos, no sentido de, com a minha discordância, ter, de algum modo, contribuído com esse importante questionamento aqui lançado. Abraços à todos os colegas e estudantes!
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Wilson Glória Diniz
Comentário ·
há 12 anos
Prisões: fábrica cara para mais bandidagem
Luiz Flávio Gomes
·
há 13 anos
Professor Luis Flávio, permita parabenizá-lo pelo primor desse seu trabalho! Precisamos de fontes fidedignas com esta para o nosso trabalho na advocacia. Também li alguns comentários sobre esse polêmico tema, e alguns, verdadeiramente conscientes dessa realidade, mostram-se céticos quanto a existência de uma solução a médio ou curto prazo. A gênese da criminalidade é objeto de investigação de várias ciências. Mas o que nos assusta é o foco quanto ao sistema de penas, ou, especificamente, da execução dessas penas privativas de liberdade. Até hoje eu não vi qualquer político, líder do executivo ou mesmo legislador, perquerir sobre a utilização do trabalho voluntário dos condenados em cumprimento de pena no regime semi-aberto. Não há sequer necessidade de se alterar a
Lei de execucoes penais
. A
Constituição
da República veda o trabalho forçado, mas jamais proibiu o trabalho voluntário. Assim, a maioria dos presos que cumprem sua pena no regime semi-aberto poderiam estar trabalhando nas inúmeras obras públicas em execução pelo nosso imenso país, por um salário justo e vantajoso para si e para a sociedade. Um dos controles possíveis da previsível evasão seria o recente e aprovado uso das tornozeleiras eletrônicas. Nisso, os salários auferidos por esses presos possibilitariam a minorização da reincidência, a qualificação desses presos para o mercado de trabalho, a redução dos custos da carceragem, a indenização às vítimas dos crimes e aos pagamento dos altos custos do processo judicial. Contudo, como dito por vários comentaristas aqui, parece que há um grande fomento para a continuidade desse grave problema. Coisa parecida com a seca do nordeste. Fonte de promessas demagógicas para os caçadores de votos. Agradeço pelo proveitoso trabalho. E, quem sabe, algum candidato realmente nacionalista levante essa bandeira em nosso proveito nas próximas eleições.
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